quem ensina

Aline Yaeko Watanabe

Fundadora e diretora artística da Watanabe Ballet. Formada em ballet clássico pela Escola de Dança de São Paulo e em dança moderna, com vivências em Nova York e no Japão.

Minha trajetória

  1. Aos 8 anos

    Escola de Dança de São Paulo

    Fui aprovada na Escola de Dança de São Paulo ainda criança. Ali aprendi que ballet é ofício: tem hora, tem rotina e tem exigência.

  2. Oito anos de formação

    Ballet clássico, todos os dias

    Aulas diárias com pianista em sala, mestres que não deixavam passar um pé mal colocado e exames anuais que decidiam se eu seguia adiante. Foi essa disciplina que me formou como bailarina e, depois, como professora.

  3. Nova York

    Dança moderna

    Depois da formação clássica, busquei a dança moderna. Em Nova York entendi que a técnica clássica é uma base, não um limite: o corpo bem formado pode ir a qualquer lugar.

  4. Shimane, Japão

    Dança moderna e o cuidado com o detalhe

    No Japão, a vivência em Shimane trouxe outra camada: o respeito ao processo, a paciência com a repetição e a atenção ao mínimo gesto. Esse cuidado está em cada aula da Watanabe Ballet.

  5. Ibaiti, Paraná

    A Watanabe Ballet

    Trouxe tudo isso para Ibaiti e fundei a escola com um propósito simples: que cada aluna tenha aqui a formação que eu tive, com a mesma seriedade e com mais afeto.

O que trago para Ibaiti

Uma trajetória só vale alguma coisa se chega até a aluna. O que a formação em São Paulo, Nova York e Shimane vira, na prática, dentro da sala em Ibaiti:

  • Técnica de verdade, desde cedo: postura, alinhamento e vocabulário clássico ensinados como aprendi, com paciência e sem atalhos.
  • A ponta no tempo certo: a sapatilha de ponta só é liberada quando o corpo está pronto, nunca por idade ou por pressa. Explico o porquê aqui.
  • Musicalidade como base: quem se formou com pianista em sala não aceita bailarina fora do tempo.
  • O palco como parte da formação: O Lago dos Cisnes e O Mágico de Oz foram apresentados em Ibaiti com nossas alunas, porque dançar para o público ensina o que nenhum exercício ensina.
  • Atenção a cada aluna: turmas pequenas, correção individual e conversa com a família sobre a evolução.

Os três pilares

Disciplina

A rotina da barra, a repetição consciente e o respeito ao tempo de cada exercício. É a disciplina que transforma esforço em técnica, e técnica em liberdade.

Amor

Cada aluna é acompanhada de perto, pelo nome e pela história. A exigência existe porque acreditamos no potencial de quem está na sala.

Persistência

O ballet não recompensa pressa. Recompensa quem volta, tenta de novo e se permite melhorar um pouco a cada aula, não importa o tempo que leve.

"Queremos que cada aluna saiba que é capaz de tudo aquilo em que acreditar. O caminho não será fácil — mas ela conseguirá, não importa o tempo que levar."
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